domingo, 18 de fevereiro de 2018

O nosso coração

Andamos em contagem decrescente para as férias. Temos pela frente duas semana e meia.
A Olivia já só fala na ida [desde à muito tempo atrás]. 

E eu, eu só consigo pensar que daqui a dias, poucos dias, estamos a aterrar em Lisboa. A voltar a reencontrar a confiança, coragem e força no colo da minha mãe e a descansar o peso do mundo no colo do meu pai. Está quase.



domingo, 11 de fevereiro de 2018

Quase a meio de Fevereiro

Esta semana foi uma verdadeira correria. Andei literalmente "com os bofes de fora".  Pelos maiores e melhores motivos do mundo, a minha profissão e sobretudo, a minha família que adoro.

Mesmo que o tempo durante a semana não seja muito e é tudo um bocadinho a correr, entre banhos, roupas, jantar, conversas pelo skype, mimos, um bocadinho de brincadeira e já está na hora de dormir, tudo passa num instante. 

Os fins-de-semana passaram a ser uma espécie de luxo, dois dias de tempo de qualidade entre os três. 

Ontem andámos a ver viagens para ir "a casa" durante o resto do ano. Vai ser um ano em cheio, com uma ida agora para matar as saudades que já são mais que muitas. Outra ida em Junho e outra em Outubro. 



sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Do estrangeiro para onde vamos

Daqui a mais ou menos trinta dias estamos de volta ao nosso Ribatejo. Ao nosso Portugal. Cain´t wait!



domingo, 28 de janeiro de 2018

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Gostava de voltar a dormir como "antigamente". Não penso em mais nada...todos os dias interiorizo, "hoje deito-me mais cedo".



sábado, 27 de janeiro de 2018

E assim, num instantinho

Se passou a semana e a azáfama da rotina diária. Hoje vai ser dia de estar com amigos e de jantarada. Pela frente tenho uma tarde de comida portuguesa para preparar. Let's get ready! 






domingo, 14 de janeiro de 2018

Dos planos

Há dias que fazem as nossas vidas e dias menos bons que marcam etapas de crescimento. Apertos de mão fortes e abraços seguros que nos fazem querer seguir em frente. Não é fácil responder a perguntas difíceis. Para mim a pergunta que me faz pensar mais vezes desde que viemos para o UK: "o que te faz feliz?". 

Porque a resposta muda, constantemente. E a única permissa que não muda, chama-se amor.
E como em tudo na minha vida... tenho de pensar, procurar, reinventar, construir de raíz, porque não? Porque não avançar com os planos que temos na gaveta? Porque não reinventarmo-nos e não ter medo de procurar outra alternativa que nos faça igualmente felizes? Mesmo que isto implique mudar, ir à luta e não ter medo de enfrentar o desconhecido novamente.

Este são os meus [nossos] planos para este ano.